É engraçado ver e ouvir as desculpas que as pessoas arrumam para encobrir os próprios erros e defeitos. Chegam a mentir para si mesmas. Digamos que essa atitude complemente e se encaixe como uma luva a atitude da "síndrome da culpa no outro".
Aliás... a vida do ser humano e o seu comportamento se dá bastante em função de culpas. Ou você coloca a culpa em alguém, sem remorsos ou escrúpulos, visando apenas o benefício próprio , ou fica remoendo a culpa e lamentando sobre os problemas da vida e por tudo que fazem com você.
Aliás... a vida do ser humano e o seu comportamento se dá bastante em função de culpas. Ou você coloca a culpa em alguém, sem remorsos ou escrúpulos, visando apenas o benefício próprio , ou fica remoendo a culpa e lamentando sobre os problemas da vida e por tudo que fazem com você.
Desliguem o detector de arrogância, por favor. Ou irão achar que ele não está funcionando muito bem ou me deixarão constrangido dizendo que ele apitou bem alto.
Só assumo culpa quanto a ficar me lamentando sobre a vida. Mas quanto a isso, passo por muitos altos e baixos. São altos bastante altos e baixos razoavelmente baixos. Então acho que estou no lucro! Quanto a culpa, pura e simples, encaro-a com naturalidade. Sinto que consigo me isolar de uma situação, mesmo que eu esteja envolvido e/ou até mesmo errado, e analisá-la com sabedoria. O problema é que além de serem poucas as pessoas que conseguem ser imparciais, elas também não acreditam que alguém o possa.
E daí surgem os desentendimentos "diversus infinitus continuum complicadus". É aquela disputa de egos e personalidades. Opiniões e gênios fortes se chocam. Moral, índole, ética, valores... Surge um arcabouço de palavras e conceitos que não se explicam sozinhos.
... e as pessoas não conversam. Não discutem aquela boa e saudável discussão. Para a grande maioria, discutir é brigar. Se não realizamos esse exercício que deveria ser diário, não conhecemos as diferenças do outro. Dessa forma, não podemos sequer estabelecer nossos próprios limites.
Lamentável.
Viva a dialética nossa de cada dia.
Só assumo culpa quanto a ficar me lamentando sobre a vida. Mas quanto a isso, passo por muitos altos e baixos. São altos bastante altos e baixos razoavelmente baixos. Então acho que estou no lucro! Quanto a culpa, pura e simples, encaro-a com naturalidade. Sinto que consigo me isolar de uma situação, mesmo que eu esteja envolvido e/ou até mesmo errado, e analisá-la com sabedoria. O problema é que além de serem poucas as pessoas que conseguem ser imparciais, elas também não acreditam que alguém o possa.
E daí surgem os desentendimentos "diversus infinitus continuum complicadus". É aquela disputa de egos e personalidades. Opiniões e gênios fortes se chocam. Moral, índole, ética, valores... Surge um arcabouço de palavras e conceitos que não se explicam sozinhos.
... e as pessoas não conversam. Não discutem aquela boa e saudável discussão. Para a grande maioria, discutir é brigar. Se não realizamos esse exercício que deveria ser diário, não conhecemos as diferenças do outro. Dessa forma, não podemos sequer estabelecer nossos próprios limites.
Lamentável.
Viva a dialética nossa de cada dia.
